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Há 50 anos, a Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife luta pelas causas do comércio varejista da cidade. A instituição é uma das mais antigas associações de classe do país. Ao longo desses anos, a CDL Recife acompanhou as mudanças econômicas e comerciais sofridas com o tempo, sempre buscando defender os interesses dos lojistas.

Criada em 27 de junho de 1960, no Salão Azul do Grande Hotel, localizado no bairro de Santo Antônio, a CDL Recife no inicio se chamava Clube de Diretores Lojistas do Recife. Na solenidade de inauguração, os primeiros dirigentes da entidade foram apresentados, escolhendo Armindo Fontana para ser o primeiro presidente. Na ocasião, vinte e seis empresas participaram da Assembleia da CDL Recife. A princípio o estatuto do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro foi adotado como base.

O envolvimento social e político da entidade vieram logo em seguida. No dia 26 de novembro de 1960, os diretores da CDL Recife reuniram-se com o prefeito da cidade do Recife na época, Miguel Arraes de Alencar. Eles discutiram a problemática dos vendedores ambulantes nas ruas centrais do Recife. Através dessa iniciativa, a instituição consolidou-se como porta-voz do empresariado lojista da cidade.

Ainda durante o mandato de Armindo Fontana, a CDL Recife trouxe para a capital pernambucana a 2º Convenção Nacional do Comércio Lojista e iniciou a implantação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). Além disso, a entidade deu os primeiros passos voltados à responsabilidade social, criando a Fundação de Amparo ao Menor (FAM), conhecida atualmente como Fundação CDL Recife. Mais tarde, a ação passou a ser desenvolvida numa área de 20 hectares, cedida pelo Governo Federal, no Curado IV. No início, a instituição atendia entre 60 a 120 crianças, a maioria delas enviada através do Juizado de Menores e de indicações dos associados.

Apesar de ter se firmado logo no início como representante dos interesses do varejo, só em 1963, a CDL Recife passou a ter sede própria, no edifício Pessoa Filho, na Boa Vista. Dois anos depois, a entidade recebeu o título de instituição de utilidade pública municipal, concedido por força da Lei 5.922.

A partir daí a entidade não parou de se desenvolver, promoveu campanhas promocionais para o varejo, trouxe 2 Convenções Nacionais do movimento cedelista para Pernambuco, apoio a criação de outras CDLs no Estado, constituiu sede própria e modernizou o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).

Sob o comando na presidência de Fernando Guerra, em 1995, a entidade passa a se chamar de Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife. A gestão dele também foi marcada pela utilização da tecnologia, buscando sempre atualizar o sistema de informatização da instituição e da integração dos SPCs do interior de Pernambuco, que centralizou no Recife, as informações de todas as CDLs do Estado.

Em meio século de existência, a CDL Recife não se limitou em defender apenas os interesses do comércio e do setor de serviços. A instituição além de participar ativamente das atividades da cidade, promoveu ações e promoções para os recifenses.

A CDL Recife também buscou formar parcerias. Uma delas foi com o Poder Público Municipal. Essa parceria resultou na implantação do Projeto Reviver Recife Centro, que revitalizou as principais ruas do comércio da cidade, realizou troca de piso, recuperou fachadas e ainda investiu na limpeza e segurança.

Durante esse meio século, a CDL Recife tem se modernizando para se adaptar à velocidade que o varejo cresce no Brasil. Para isso, a entidade investiu em tecnologia dobrando a capacidade tecnológica da sua Central de Processamento de Dados, treinamento dos profissionais para estarem capacitados com as tendências do mercado e a atender os associados com qualidade.

Além de garantir ao associado confiabilidade e segurança, a CDL Recife cresceu com o tempo e está pronta para oferecer sempre o melhor.