Prévia do PIB: atividade econômica cresce 0,8% em janeiro, indica Banco Central

16 de março de 2026
Indicador que antecipa o desempenho da economia mostra avanço puxado por serviços e indústria no início de 2026

A atividade econômica brasileira cresceu 0,8% em janeiro de 2026 na comparação com dezembro, considerando os dados com ajuste sazonal, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central.

O indicador é conhecido como uma espécie de “prévia do PIB”, pois acompanha mensalmente o desempenho da economia antes da divulgação oficial do Produto Interno Bruto (PIB), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado do mês foi puxado principalmente pelo setor de serviços, que registrou alta de 0,8%, e pela indústria, que avançou 0,4%. Já a agropecuária apresentou queda de 1,5% no período. O componente de impostos sobre produtos teve crescimento de 0,5%.

Quando se desconsidera o desempenho da agropecuária, o indicador mostra avanço ainda maior, de 0,9% em janeiro, sinalizando um início de ano mais favorável para os demais setores da economia.

Na comparação com janeiro de 2025, a atividade econômica registrou crescimento de 1%. Já no acumulado de 12 meses até janeiro, a alta foi de 2,3%, segundo o Banco Central.

Considerando o trimestre encerrado em janeiro, o indicador também aponta avanço de 0,8% em relação ao trimestre anterior.

O IBC-Br reúne dados de setores como indústria, comércio, serviços e agropecuária para medir o ritmo da economia de forma mais rápida. Embora utilize um conjunto menor de informações do que o PIB oficial, o índice é divulgado mensalmente e serve como um termômetro da atividade econômica enquanto o dado oficial ainda não foi publicado.

Colaboradoras da CDL Recife e Sindilojas recebem palestra sobre reconhecimento feminino

13 de março de 2026

Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, diretoras e colaboradoras da CDL Recife e do Sindilojas Recife participaram de uma manhã especial voltada ao protagonismo feminino, à conexão, ao reconhecimento e à valorização do papel da mulher no setor e na gestão do próprio tempo.

O encontro contou com a palestra “Mulher, você não precisa viver cansada”, ministrada pela educadora física Fabrícia Oliveira, que abordou estratégias de organização do tempo e da energia para quem precisa conciliar múltiplas responsabilidades.

A ação é fruto da parceria entre a CDL Recife e o Sindilojas Recife e foi realizada no dia 12 de março, no auditório do Sindicato.

CDL Recife reúne setor de varejo para apresentar atualidades do mercado

O Pós NRF 2026 é um espaço pensado para empresas que reconhecem o potencial do seu negócio e estão atentas às tendências do varejo mundial.

No Pós NRF 2026, marcas e lideranças se reúnem para acessar insights estratégicos e se conectar com o que há de mais atual no mercado.

O início do Pós NRF 2026 ficou a cargo de Paulo Monteiro, diretor institucional da CDL Recife, que convidou o presidente Fred Leal para realizar a abertura oficial do evento.

O momento marcou o começo de uma manhã de conexões, troca de experiências e acesso aos principais insights do varejo mundial.

Em mais uma edição do Pós-NRF, Tiago Pessoa de Mello conduziu a palestra sobre as principais tendências do varejo mundial, trazendo ao público uma análise estratégica dos movimentos que estão moldando o presente e o futuro do setor.

Homenagem à Mulher do Varejo Pernambucano por Paulo Monteiro

9 de março de 2026

Em março, ao celebrarmos o Dia Internacional da Mulher, é impossível não reconhecer o papel decisivo que as mulheres exercem no varejo, um dos setores mais dinâmicos, desafiadores, estratégicos da economia e que mais emprega. O varejo é, historicamente, um espaço de intensa presença feminina. Nas lojas, nos caixas, nos estoques, nas áreas de vendas e administrativas e, cada vez mais, nas posições de liderança, as mulheres são protagonistas do atendimento, da organização, da gestão e da inovação. Elas não apenas ocupam funções: elas sustentam a experiência do cliente e a reputação das marcas. Na área de vendas, a sensibilidade para compreender o consumidor, a capacidade de escuta ativa e a habilidade de criar vínculos são diferenciais que impactam diretamente nos resultados. No campo técnico e operacional, as mulheres vêm demonstrando competência, disciplina e domínio de processos, superando antigos estigmas e mostrando que eficiência não tem gênero.

Na gestão, cada vez mais empresárias e executivas imprimem uma liderança moderna, colaborativa e orientada a resultados, conciliando estratégia, visão de mercado e gestão de pessoas. O varejo exige resiliência, inteligência emocional, capacidade de adaptação e foco em
metas, características que inúmeras profissionais demonstram diariamente, muitas vezes conciliando múltiplas jornadas. É preciso reconhecer que, apesar dos avanços, ainda existem desafios a serem superados, tais como desigualdade salarial, barreiras ao crescimento profissional e a necessidade de maior representatividade nos cargos mais altos. Valorizar a mulher no varejo é também enfrentar esses pontos com
políticas claras de equidade, desenvolvimento e oportunidades reais de ascensão. Celebrar o Dia Internacional da Mulher no contexto do varejo é reconhecer que o setor cresce e se fortalece graças ao talento, à dedicação e à competência feminina. É afirmar que empresas mais diversas são mais inovadoras, mais humanas e mais competitivas.

Mais do que uma homenagem, março deve ser um momento de compromisso, com respeito, igualdade de oportunidades e valorização efetiva das mulheres que movem o varejo todos os dias, da operação à estratégia, do atendimento à direção. Nessa homenagem, é preciso destacar, com especial orgulho, a força da mulher pernambucana. Mulher que muitas vezes é dona de casa, arrimo de família, mãe,
cuidadora e, ao mesmo tempo, profissional dedicada do varejo.

Na cidades maiores como Recife, vemos diariamente mulheres que acordam cedo, enfrentam longos deslocamentos, horas presas no trânsito, administram o orçamento doméstico e ainda entregam excelência no atendimento e na operação das empresas onde trabalham. Elas sustentam seus lares e os resultados de suas empresas. Importante destacar também, a mulher empreendedora que é uma força motriz da
economia do estado, que a partir de seus sonhos gera empregos, movimenta os bairros, gera oportunidades e deixa sua marca no desenvolvimento econômico e social de Pernambuco.

A mulher pernambucana carrega em sua história a marca da resistência, da coragem e da capacidade de superação. No varejo, essa força se traduz em compromisso, responsabilidade e determinação para crescer, aprender e ocupar espaços cada vez
maiores. São exemplos vivos de que desenvolvimento econômico e justiça social passam, necessariamente, pela valorização do trabalho feminino, e que, em Pernambuco, representam um verdadeiro símbolo de força e dignidade. Viva a Mulher Varejista e viva a Mulher Pernambucana!

Paulo Monteiro
Diretor Institucional da CDL Recife

Pós-NRF 2026

Tendências para o varejo serão debatidas em evento gratuito no Recife
A CDL Recife reunirá mais de 200 executivos de lojas de rua e de shoppings para debater e se preparar para novos desafios. Será dia 10 de março, em Boa Viagem

No próximo dia 10 de março, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife) realiza o evento Pós NRF 2026, uma versão local do que foi apresentado na NRF Big Show 2026, maior evento mundial do setor e realizado em Nova York. O encontro reunirá mais de 200 empresários e executivos do varejo pernambucano dos diversos setores, entre lojas de rua e de shopping centers, para debater as principais tendências, inovações para o setor e futuro do varejo. Será no auditório do Mar Hotel Conventions, das 8h30 às 11h30, com inscrição gratuita.

O evento é promovido em parceria com a Associação Pernambucana de Shoppings Centers (Apesce), Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Aloshop PE), Sindicato dos Lojistas do Comércio de Bens e Serviços (Sindilojas Recife) e Federação das CDLs de Pernambuco (FCDL Pernambuco). Esta já a quarta edição de pós NRF realizada pela CDL Recife na capital pernambucana.

Transformação digital
O assunto será abordado pelo consultor Tiago Pessoa de Mello, especialista com mais de 17 anos de atuação nas áreas de empreendedorismo, varejo e transformação digital. Professor e palestrante em inovação, estratégias disruptivas e inteligência artificial, Tiago possui MBA pela FGV, especializações pela Harvard Business School e formação em inteligência artificial pela MIT Sloan School of Management. Também conta com formação em empreendedorismo, marketing digital e e-commerce pela Wharton School e em product management e inovação pela Stanford University.

Conforme o presidente da CDL Recife, Fred Leal, a intenção é atualizar e preparar os lojistas com o que há de mais atual do setor no mundo e preparar executivos para os novos desafios. Entre as temáticas, a aplicação da inteligência artificial aos negócios, experiência do cliente, novos modelos de consumo, transformação digital e estratégias de crescimento sustentável.

#Serviço:
O que: Pós NRF 2026 – O Próximo Agora Está Aqui
Quando: 10 de março de 2026
Onde: Mar Hotel Conventions – Rua Barão de Souza Leão, 451, Boa Viagem, Recife
Horário: 8h30 às 11h30
Quanto: inscrição gratuita pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/pos-nrf-2026/3316095

 

Entenda como conflito entre EUA e Irã pode afetar economia no Brasil

3 de março de 2026
Os conflitos no Oriente Médio que se iniciaram no último sábado (28/2) podem trazer sérias implicações para o comércio mundial

Os recentes conflitos no Oriente Médio envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã têm potencial para influenciar a economia mundial.

A escalada de tensão entre os países acende alertas nos mercados internacionais e provoca reflexos em commodities e moedas. Embora o Brasil esteja distante do epicentro do conflito, a economia brasileira pode sentir os efeitos por meio da alta do petróleo, da pressão sobre o dólar e do risco inflacionário.

O temor central dos investidores é que uma escalada militar comprometa a oferta de petróleo no Oriente Médio, região estratégica para o abastecimento global.


Entenda a ofensiva no Irã

  • Forças dos Estados Unidos e de Israel lançaram uma ofensiva aérea contra o Irã na madrugada do último sábado (28/2), atingindo dezenas de alvos militares e estratégicos em várias províncias;
  • aiatolá Ali Khamenei, líder máximo do Irã desde 1989, foi morto durante os bombardeios;
  • O governo iraniano declarou Khamenei “martirizado” pelos ataques e decretou 40 dias de luto nacional, além de 7 dias de feriado oficial, ressaltando que o episódio “não ficará sem resposta”.
  • Além de Khamenei, autoridades militares e políticas de alto escalão também foram reportadas como mortas nos ataques, incluindo chefes da Guarda Revolucionária e do Conselho de Defesa iranianos;
  • A ofensiva foi condenada por líderes globais como uma ameaça à paz e segurança internacionais; organizações como a ONU alertaram para o risco de descontrolar ainda mais o conflito no Oriente Médio.

O Irã é um dos principais produtores da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+), e qualquer risco de sanções mais duras ou interrupção logística tende a pressionar o valor do barril no mercado internacional.

Quando o preço do petróleo sobe, o reflexo costuma aparecer nas bombas de combustíveis brasileiras, já que a Petrobras acompanha as cotações internacionais como referência.

Além disso, a alta do barril impacta diretamente a gasolina e o diesel. No caso do diesel, o efeito é ainda mais sensível, já que o combustível influencia o custo do transporte de mercadorias, o que pode provocar um efeito cascata sobre alimentos e produtos básicos, pressionando o índice de inflação.

Por outro lado, como o Brasil é um produtor de petróleo, é possível que o país alcance outros mercados e comece a exportar mais do produto.

Ormuz

Outro ponto relevante é o bloqueio da navegação no Estreito de Ormuz, localizado em território iraniano e por onde circula cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.

O canal é a principal via de saída do petróleo produzido na região do Golfo Pérsico, que inclui a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Kuwait e o Iraque.

Por ali passam diariamente dezenas de milhões de barris de petróleo e volumes importantes de gás natural liquefeito, conectando o Golfo ao Oceano Índico e aos principais mercados consumidores do mundo.

Especialistas de mercado alertam que, mesmo sem um fechamento total legalizado, a ameaça e a percepção de risco já exercem pressão sobre preços e cadeias de abastecimento, porque empresas de navegação, refinarias e seguradoras recalibram seus planos diante da instabilidade na região.

Na avaliação do professor da Strong Business School, Jarbas Thaunahy, “qualquer bloqueio, mesmo parcial, afetaria fluxos de petróleo e gás natural liquefeito. Mesmo sem interrupção física, o simples aumento do risco eleva custos de frete, seguro marítimo e hedge logístico. Isso encarece cadeias produtivas globais e pode gerar novos gargalos em setores dependentes de energia”, disse.

Dólar e bolsa

Conflitos internacionais costumam elevar a aversão ao risco global. Em momentos de incerteza, investidores tendem a buscar ativos considerados mais seguros, como títulos do tesouro norte-americano, o que fortalece o dólar frente a moedas de países emergentes, como o real.

A valorização da moeda americana encarece importações e também tem impacto indireto sobre a inflação. Além disso, a bolsa brasileira tende a operar com maior volatilidade em cenários de tensão geopolítica, especialmente em setores mais expostos ao cenário internacional.

Se o choque no petróleo e no câmbio for significativo e persistente, o efeito pode chegar às decisões de política monetária. Uma pressão adicional sobre os preços dificulta o trabalho do Banco Central (BC) no controle da inflação e pode influenciar o ritmo de cortes ou manutenção da taxa básica de juros.

Economistas avaliam que o impacto dependerá da duração do conflito. Um episódio pontual tende a gerar apenas volatilidade temporária. Já uma escalada prolongada pode consolidar um cenário de inflação mais resistente.

Para o professor, petróleo mais caro significa energia e transporte mais caros. Ele explica que energia é um insumo transversal à economia e uma alta consistente do barril tende a gerar pressão inflacionária adicional, especialmente em economias que ainda estão administrando os efeitos do ciclo inflacionário recente, como é o caso do Brasil.

Segundo Jorge Ferreira dos Santos Filho, professor do curso de Administração da ESPM e especialista em economia internacional, o movimento vai além de uma reação pontual dos mercados. Ele explica que o petróleo é um insumo transversal. Quando seu preço sobe de forma abrupta, há um efeito em cadeia sobre transporte, alimentos e indústria, o que pode reverter a tendência recente de desaceleração da inflação observada nas principais economias.

No curto prazo, o cenário é de maior volatilidade e busca por proteção. No médio prazo, caso o conflito se prolongue, os impactos podem ser mais profundos. “A alta persistente da energia tende a pressionar a inflação global e pode levar bancos centrais a adiar cortes de juros, inclusive no Brasil, afetando crédito, consumo e investimentos”, avaliou o professor.

Para o mercado brasileiro, segundo Filho, o efeito já começa a aparecer na reprecificação de ativos e nas expectativas de política monetária. Setores ligados a energia e commodities tendem a se beneficiar, enquanto áreas mais sensíveis ao custo de capital e ao consumo, como aviação, turismo e varejo, podem enfrentar um ambiente mais desafiador.

Balança comercial

O Brasil não mantém relação comercial expressiva com o Irã, o que reduz impactos diretos no fluxo bilateral. No entanto, oscilações nos preços internacionais de commodities, tanto energéticas quanto agrícolas, podem alterar termos de troca e receitas de exportação.

Além disso, fertilizantes e insumos importados podem sofrer variações de preço caso haja instabilidade prolongada na região.

Em 2025, o Brasil exportou apenas US$ 2,9 bilhões ao Irã, enquanto as importações foram de US$84,6 milhões, ou seja, a participação do país nas exportações brasileiras é de apenas 0,84%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC).

Confira a principal pauta exportadora para o país:

  • Milho não moído ;
  • Soja;
  • Açúcar e melaços;
  • Farelo de soja.

Confira a principal pauta de importação para o Brasil:

  • Adubos e fertilizantes;
  • Frutas e nozes não oleaginosas;
  • Medicamentos e produtos farmacêuticos;
  • Frutas, preservados e preparações;
  • Vidro e vidrarias.

FONTE: METROPOLES

Nova Indústria Brasil ganha reforço de R$ 70 bilhões para impulsionar a economia

2 de março de 2026
Recursos do BNDES financiam desde a produção de vacinas e remédios até a modernização de micro e pequenas empresas. Banco já destinou R$ 300 bilhões para o programa

O anúncio foi feito em São Paulo pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Foto: Fábio Salles/BNDES

OGoverno do Brasil anunciou, nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, um reforço de peso para a indústria nacional. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai destinar mais R$ 70 bilhões para a Nova Indústria Brasil (NIB) até o final de 2026. Com esse novo aporte, o programa atingirá o montante de R$ 370 bilhões investidos em quatro anos.

O anúncio foi feito em São Paulo pelo vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, e pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Os novos recursos serão aplicados na NIB após o Banco ter alcançado, ainda em dezembro de 2025, a meta de destinar R$ 300 bilhões.

APLICAÇÕES — Mais do que números, esses investimentos se transformam em benefícios reais para a população. No âmbito da política, o BNDES já destinou, desde 2023:

  • R$ 84,6 bilhões para a Missão 4 (transformação digital da indústria)

  • R$ 76,9 bilhões para a Missão 1 (cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais)

  • R$ 63,1 bilhões para a Missão 3 (infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade sustentáveis)

  • R$ 27,8 bilhões para a Missão 6 (tecnologias de interesse para a soberania e defesa)

  • R$ 27 bilhões para a Missão 5 (bioeconomia, descarbonização e segurança energética)

  • R$ 7,9 bilhões para a Missão 2 (Complexo econômico-industrial da saúde resiliente)

Além de financiamentos, o Banco aprovou investimentos via fundos, por meio da subsidiária BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), no valor de R$ 12,6 bilhões. O vice-presidente Geraldo Alckmin celebrou a eficiência do banco: “O BNDES é hoje um exemplo de total transparência, com inadimplência de 0,06%”.

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que o Banco apoiou o desenvolvimento de 608 medicamentos, vacinas ou princípios ativos, a construção de 15 plantas pioneiras, mais de 216 mil metros quadrados de laboratórios e centros de P&D, além da aquisição de mais de 85 mil equipamentos e destinação de R$ 4,7 bilhões a projetos de inteligência artificial, criando 33,8 mil postos de trabalho.

EIXO VERDE — Em relação ao financiamento ao eixo verde, foram retiradas da atmosfera 95,5 milhões de toneladas de CO2-equivalente, beneficiadas 250 mil toneladas de lítio ao ano, adicionada capacidade de produção anual de 2,3 milhões de metros cúbicos de etanol e economizados 262 mil megawatts-hora de energia por ano.

PRODUÇÃO — Em três anos, o banco apoiou a exportação com R$ 56 bilhões, o dobro dos seis anos anteriores. “Financiamos 493 mil máquinas e equipamentos nacionais, levamos a conectividade a 781 mil lares, por meio do BNDES Fust, e tivemos um ganho de produtividade de 27,83% nas empresas participantes do plano Brasil Mais Produtivo”, completou Aloizio Mercadante.

APOIO — O programa não beneficia apenas as grandes fábricas. Do total de financiamentos, R$ 111,8 bilhões apoiaram micro, pequenas e médias indústrias, em 157,2 mil operações, e R$ 175,6 bilhões em 22.417 operações de indústrias de grande porte.

Pós-NRF Recife 2026

25 de fevereiro de 2026

A CDL Recife reunirá mais de 200 executivos de lojas de rua e de shoppings para debater e se preparar para novos desafios. Será dia 10 de março, em Boa Viagem

No próximo dia 10 de março, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife) realiza o evento Pós NRF 2026, uma versão local do que foi apresentado na NRF Big Show 2026, maior evento mundial do setor e realizado em Nova York. O encontro reunirá mais de 200 empresários e executivos do varejo pernambucano dos diversos setores, entre lojas de rua e de shopping centers, para debater as principais tendências, inovações para o setor e futuro do varejo. Será no auditório do Mar Hotel Conventions, das 8h30 às 11h30, com inscrição gratuita.

O evento é promovido em parceria com a Associação Pernambucana de Shoppings Centers (Apesce), Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Aloshop PE), Sindicato dos Lojistas do Comércio de Bens e Serviços (Sindilojas Recife) e Federação das CDLs de Pernambuco (FCDL Pernambuco). Esta já a quarta edição de pós NRF realizada pela CDL Recife na capital pernambucana.

Transformação digital
O assunto será abordado pelo consultor Tiago Pessoa de Mello, especialista com mais de 17 anos de atuação nas áreas de empreendedorismo, varejo e transformação digital. Professor e palestrante em inovação, estratégias disruptivas e inteligência artificial, Tiago possui MBA pela FGV, especializações pela Harvard Business School e formação em inteligência artificial pela MIT Sloan School of Management. Também conta com formação em empreendedorismo, marketing digital e e-commerce pela Wharton School e em product management e inovação pela Stanford University.

Conforme o presidente da CDL Recife, Fred Leal, a intenção é atualizar e preparar os lojistas com o que há de mais atual do setor no mundo e preparar executivos para os novos desafios. Entre as temáticas, a aplicação da inteligência artificial aos negócios, experiência do cliente, novos modelos de consumo, transformação digital e estratégias de crescimento sustentável.

#Serviço:
O que: Pós NRF 2026 – O Próximo Agora Está Aqui
Quando: 10 de março de 2026
Onde: Mar Hotel Conventions – Rua Barão de Souza Leão, 451, Boa Viagem, Recife
Horário: 8h30 às 11h30
Quanto: inscrição gratuita pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/pos-nrf-2026/3316095

 

Abre e fecha de carnaval

12 de fevereiro de 2026

Devido ao carnaval, o comércio do Recife e shoppings da Região Metropolitana funcionaram de forma facultativa do sábado (14) até a Quarta-Feira de Cinzas (18). Confira os horários dos shoppings:

RECIFE

Shopping Recife
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

RioMar Recife
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

Shopping Boa Vista
14 (sáb) e 15 (dom): lojas fechadas
16 (seg) e 17 (ter): 11h às 19h
18 (qua): 12h às 21h

Shopping Tacaruna
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 8h às 22h

Plaza Shopping
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

Shopping ETC
14 (sáb): 9h às 18h
15 (dom): lojas fechadas
16 (seg), 17 (ter) e 18 (qua): 12h às 21h

Shopping de Afogados
14 (sáb): das xh às xh
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): das xh às xh
18 (qua): das xh às xh

OLINDA

Shopping Patteo Olinda
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

PAULISTA

Paulista North Way Shopping
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

CAMARAGIBE

Camará Shopping
14 (sáb): 10h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

JABOATÃO DOS GUARARAPES

Shopping Guararapes
14 (sáb): das xh às xh
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): das xh às xh
18 (qua): das xh às xh

CABO DE SANTO AGOSTINHO

Shopping Costa Dourada
14 (sáb): 9h às 20h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 22h

IGARASSU

Shopping Igarassu
14 (sáb): 9h às 18h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 12h às 20h
18 (qua): 12h às 21h

MORENO

Recife Outlet
14 (sáb): 9h às 19h
15 (dom), 16 (seg) e 17 (ter): 9h às 18h
18 (qua): 9h às 21h

Fonte: CDL Recife

Projeção do relatório Focus de crescimento do PIB de 2026 segue em 1,80%

9 de fevereiro de 2026
A mediana do relatório Focus para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 seguiu em 1,80%, pela 9ª semana seguida. Considerando apenas as 38 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa caiu de 1,82% para 1,79%.
O Banco Central (BC) aumentou sua estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano, de 2,0% para 2,3%, no Relatório de Política Monetária (RPM) do quarto trimestre. Segundo a autarquia, a elevação refletiu a revisão nas séries históricas das Contas Nacionais Trimestrais (CNT), que afetou, especialmente, o crescimento da agropecuária no primeiro semestre, e um resultado do terceiro trimestre ligeiramente acima do esperado.
A estimativa intermediária do Focus para o crescimento da economia brasileira em 2027 também seguiu estável em 1,80%, pela 6ª semana seguida. Considerando só as 34 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, também permaneceu em 1,80%.
As medianas para o crescimento do PIB de 2028 e 2029 permaneceram em 2,00%, pela 100ª e 47ª semana seguida, respectivamente.

Seminário gratuito no Recife orienta MEIs e pequenos negócios sobre mudanças da Reforma Tributária

3 de fevereiro de 2026

Microempreendedores Individuais (MEIs) e donos de pequenos negócios terão que se adaptar, a partir de 2026, às novas regras previstas na Reforma Tributária, que inicia uma transição no sistema de impostos sobre consumo no Brasil.

Para esclarecer as mudanças e orientar empreendedores sobre os impactos na rotina das empresas, o Sebrae Pernambuco realiza, no dia 10 de fevereiro, um seminário gratuito no Recife com foco nas novas obrigações e no funcionamento do chamado IVA Dual.

O evento, aberto ao público, acontece na sede da instituição, na Ilha do Retiro, e pretende detalhar como a reforma pode influenciar custos, gestão e formalização de micro e pequenas empresas.

“Será um momento para sanar dúvidas, compreender como esse processo ocorrerá na prática e entender as mudanças na rotina dos negócios. O foco é permitir que o empreendedor tome decisões estratégicas com segurança”, afirma Raphael D’Emery, especialista do Sebrae/PE em Serviços Financeiros.

A palestra principal será conduzida por Silas Santiago, doutor em Direito Constitucional e ex-auditor da Receita Federal, que também atuou como secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional.

O que muda com o IVA Dual

Embora o Simples Nacional seja mantido para MEIs — com a guia única (DAS) continuando a vencer todo dia 20 — a principal novidade da reforma é a criação do IVA Dual, que reúne dois novos tributos:

IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), que substitui o ICMS (estadual) e o ISS (municipal);

CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que substitui impostos federais como PIS e Cofins.

A proposta do governo é simplificar a cobrança de impostos sobre consumo, substituindo regras diferentes por alíquotas unificadas. A transição será gradual e deve se estender até 2033.

Outra mudança importante é que, a partir de 2027, a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) será obrigatória em todas as operações, inclusive vendas para pessoas físicas.

“Este ano será de testes, com alíquotas reduzidas de 0,9% (CBS) e 0,1% (IBS). Para quem está no Simples, o sistema favorece quem vende diretamente ao consumidor final. Controle financeiro e planejamento tornam-se, agora, as regras de ouro”, explica Cleto Paixão, especialista do Sebrae/PE em Finanças e Contabilidade.

Nova categoria: nanoempreendedor

O seminário também deve discutir a criação da figura do nanoempreendedor, categoria prevista para quem fatura até metade do limite anual do MEI, cerca de R$ 40,5 mil, mas ainda atua sem formalização.

A legislação prevê dispensa de IBS e CBS para esse grupo, mas ainda há dúvidas sobre como será o tratamento tributário, já que quem não tem CNPJ não emite nota fiscal e fica fora da cobertura previdenciária.

FONTE: G1

Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda (2)

2 de fevereiro de 2026

 

O novo salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago nesta segunda-feira (2) aos trabalhadores. O valor pode ser conferido no contracheque referente a janeiro.

O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado pelo Decreto 12.797/2025. O aumento segue a política de valorização do salário mínimo, que combina inflação (INPC) e crescimento do Produto In terno Bruto (PIB), respeitando os limites do arcabouço fiscal, que restringe o reajuste a 2,5% acima da inflação do ano anterior.

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começaram a receber o novo salário mínimo no último dia 26. O pagamento segue até sexta-feira (6), conforme o número final do cartão, sem considerar o dígito verificador.

Quanto vale o mínimo em 2026

•    Mensal: R$ 1.621;

•    Diário: R$ 54,04;

•    Hora: R$ 7,37.

Como foi calculado

•    Inflação pelo INPC: 4,18%;

•    Somada ao crescimento real do PIB: 3,4%;

•    Adicional de 3,4% limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal;

•    Reajuste total: 6,79%.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo impacta 61,9 milhões de brasileiros. O aumento deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026.

O reajuste tem efeitos amplos tanto sobre a renda das famílias quanto sobre as contas públicas. O governo estima impacto combinado de R$ 110 bilhões na economia, ao considerar o reajuste e a isenção do IR. No entanto, haverá custo adicional para a Previdência Social estimado em R$ 39,1 bilhões.

Além de afetar diretamente trabalhadores que recebem o piso nacional, o novo valor serve como referência para uma série de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas, como aposentadorias do INSS, pensões, seguro-desemprego e salário-família.

Confira como ficam os benefícios e as contribuições atreladas ao salário-mínimo:

INSS

•    Benefícios no piso (1 salário mínimo): reajuste integral de 6,79%, para R$ 1.621

•    Acima do piso: reajuste de 3,90% (INPC de 2025)

•    Teto do INSS: R$ 8.475,55

Contribuições ao INSS (CLT)

•    Até R$ 1.621: 7,5%

•    De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84: 9%

•    De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27: 12%

•    De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55: 14%

Autônomos, facultativos e MEI

•    Plano normal (20%): R$ 324,20

•    Plano simplificado (11%): R$ 178,31

•    Baixa renda (5%): R$ 81,05

•    MEI (5%): R$ 81,05

Seguro-desemprego

•    Reajustado pelo INPC (3,90%), com vigência desde 11 de janeiro

•    Parcela mínima: R$ 1.621

•    Parcela máxima: R$ 2.518,65

•    Valor varia conforme salário médio dos últimos meses.

Salário-família

•    Salário-família: R$ 67,54 por dependente

•    Pago a quem recebe até R$ 1.980,38 mensais

FONTE: SUL21