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28 de maio de 2026
NR-1: empresas estão preparadas para nova regra...

Atualização da norma amplia obrigação das empresas de identificar e prevenir riscos psicossociais. Especialistas apontam resistência cultural, despreparo técnico e …

Atualização da norma amplia obrigação das empresas de identificar e prevenir riscos psicossociais. Especialistas apontam resistência cultural, despreparo técnico e baixa priorização do tema.

Desde a última terça-feira (26), entrou em vigor a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que muda a forma como a saúde mental deve ser tratada no ambiente de trabalho ao incluir, de forma explícita, os riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Na prática, a norma amplia a responsabilidade das empresas sobre fatores que podem levar ao adoecimento mental dos trabalhadores, como metas abusivas, jornadas exaustivas, assédio moral, sobrecarga e falhas na organização do trabalho.

Mas as empresas estão preparadas para essa mudança?

Dados de diferentes levantamentos indicam que ainda há um cenário de adaptação lenta e dificuldades estruturais.

Segundo a pesquisa Mapa do RH & DP 2026, elaborada pela Sólides, 57,8% das companhias ainda não possuem Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) com análise de riscos psicossociais implementada.

O estudo mostra que apenas 42,2% dos respondentes afirmam que o PGR já está elaborado e em funcionamento. Entre as empresas que ainda não estão plenamente adequadas, 27,3% possuem um PGR que não contempla a atualização da NR-1, 22% estão com o programa em fase de elaboração e 8,5% dizem não ter PGR formalizado.

A pesquisa inclui empresas com PGR ainda sem análise de riscos psicossociais, organizações em fase de implementação e companhias que sequer possuem o programa formalizado.

Outro levantamento, realizado pelo Pandapé, mostra que a maioria das empresas ainda não está totalmente pronta para a NR-1: apenas 27,3% disseram estar totalmente adequadas, enquanto 49,8% afirmaram estar parcialmente preparadas e 17% ainda nem começaram o processo de adaptação.

Já o Anuário de Benefícios e Práticas Corporativas 2026, produzido pela Swile em parceria com a Leme Consultoria e a Poli Júnior da USP, aponta que 58,9% das empresas dizem estar “totalmente preparadas” para cuidar da saúde mental dos funcionários.

Apesar disso, apenas 11,7% monitoram horas extras, 23,9% acompanham o clima organizacional de forma estruturada e 44,9% analisam indicadores de rotatividade.

Falta preparo
Segundo especialistas ouvidos pelo g1, a avaliação predominante é de que a maioria das empresas ainda não está preparada para a atualização da NR-1. Na visão deles, o problema vai além das dificuldades técnicas e envolve falta de estrutura, resistência cultural por parte das organizações e baixa priorização do tema, apesar do interesse crescente pela pauta nos últimos anos.

Para a auditora-fiscal do trabalho Odete Reis, as fiscalizações realizadas pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) mostram que muitas empresas ainda não tratam a saúde mental como prioridade nas políticas de gestão.

Segundo ela, é comum que as organizações deixem de buscar profissionais qualificados para analisar a organização do trabalho e seus impactos sobre os funcionários, concentrando as ações apenas em aspectos mais tradicionais da segurança ocupacional.
“A partir das nossas fiscalizações, a gente vê infelizmente que as empresas não estão com o olhar voltado para isso ainda. Eu acho que não passou a ser prioridade ainda. Eu vejo que elas estão interessadas, estão buscando se capacitar, então a gente espera que isso mude”, afirma.
A juíza do trabalho Mirella Cahú afirma que há um “grande despreparo técnico” porque a discussão sobre saúde mental no ambiente corporativo ainda é recente tanto para a sociedade quanto para parte dos profissionais da área.

Ela também destaca a existência de uma barreira cultural, já que muitos empregadores ainda enxergam o adoecimento mental como uma questão individual, sem compreender que a norma se refere aos impactos provocados pela própria organização do trabalho.
“Estudar saúde mental é algo muito novo. Pensar tecnicamente em saúde mental do trabalho é mais novo ainda. Não é necessariamente má-fé, mas há um despreparo técnico para pensar em gestão de risco psicossocial”, explica.
Na visão da procuradora do trabalho Gisela Nabuco, o principal problema não é falta de capacidade de adaptação, mas sim falta de comprometimento na implementação das medidas.
Ela argumenta que a obrigação de gerenciar riscos ocupacionais, incluindo os psicossociais, já existe de forma estruturada há quatro anos, o que enfraquece o argumento de que não houve tempo suficiente para adequação.
A narrativa de que ‘não estamos preparados’ acaba gerando concorrência desleal. Essa obrigação existe de forma mais clara e estruturada desde janeiro de 2022.
— Gisela Nabuco, Vice-Coordenadora Nacional do CODEMAT, do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Soluções prontas não resolvem
Outro ponto de atenção levantado pelos especialistas é o crescimento de um mercado de “soluções prontas” voltadas ao cumprimento da NR-1.
Segundo eles, diversas consultorias passaram a oferecer checklists e pacotes padronizados, muitas vezes sem embasamento científico, com foco apenas em atender exigências burocráticas, mas sem promover mudanças efetivas nos processos internos das empresas.
“Nos últimos tempos, surgiram diversas soluções à venda que não necessariamente têm base científica”, explica a juíza do trabalho Mirella Cahú.
A procuradora do trabalho Gisela Nabuco acrescenta que há um “vácuo” no mercado em torno do tema, o que abre espaço para distorções. “Isso dá ensejo a um pensamento mercadológico de criar uma fórmula perfeita e esses formatos de vender produtos preconcebidos que não existem”, afirma.

Na prática, especialistas avaliam que as soluções padronizadas não atacam o problema central: a necessidade de mudanças na organização do trabalho e na gestão dos riscos psicossociais.
As empresas estão tratando isso como uma grande mudança, mas, na prática, não é. Esse entendimento já existia, mas ainda não estava claro para as empresas e para a sociedade.
— Alexandre Furtado Scarpelli Ferreira, auditor‑fiscal do trabalho e diretor do Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT).

Outro ponto destacado é que a atualização da NR-1 não obriga empresas a contratar psicólogos, oferecer terapia ou criar programas isolados de bem-estar. Segundo os especialistas, essas iniciativas podem complementar as ações internas, mas não substituem a obrigação central da norma.
“Oferecer benefícios não resolve se o trabalho continuar adoecendo as pessoas”, afirma Mirella Cahú. “A exigência é mudar práticas de trabalho que geram sofrimento.”
90 dias para adaptação
O setor patronal chegou a pedir um novo adiamento da entrada em vigor das regras, alegando falta de clareza técnica e prazo insuficiente para adaptação. No entanto, representantes do Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho avaliam que houve tempo adequado para debate e preparação das empresas.

A atualização, anunciada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, amplia a possibilidade de fiscalização e aplicação de multas. A nova regra estava prevista para valer em maio de 2025.
Após pressão de empresas e sindicatos patronais, o governo decidiu adiar a entrada em vigor por um ano. Agora, diante de novos pedidos de prorrogação, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que não pretende realizar um novo adiamento.
“Já houve uma prorrogação no ano passado e, neste momento, não há disposição para novo adiamento”, disse. Segundo o ministro, uma nova mudança só ocorreria com acordo entre empresas e representantes dos trabalhadores — o que não existe hoje.
O Ministério do Trabalho já divulgou um Manual de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, um Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho e um documento de perguntas e respostas para orientar empresas e trabalhadores sobre a atualização da norma.
No documento, a pasta afirma que, “durante os 90 dias subsequentes à entrada em vigor, a atuação da Inspeção do Trabalho tende a priorizar ações de orientação, instrução e notificação das organizações quanto à necessidade de adequação, especialmente em relação às novas exigências introduzidas, sem prejuízo da adoção de medidas administrativas nos casos aplicáveis”.

Em nota enviada ao g1, o MTE esclareceu que não foi publicada nenhuma norma específica adiando a aplicação de multas relacionadas à atualização da NR-1 por 90 dias. Segundo o órgão, o que está previsto no documento oficial de perguntas e respostas é a adoção inicial do chamado critério de dupla visita, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com foco orientativo.
Na prática, isso significa que, nos 90 dias seguintes à entrada em vigor das novas regras, a Inspeção do Trabalho deverá priorizar ações de orientação, instrução e notificação das empresas sobre a necessidade de adequação às novas exigências da norma.
Durante esse período, os auditores poderão verificar documentos, procedimentos internos e medidas adotadas pelas organizações, além de orientar sobre eventuais ajustes necessários. Segundo o ministério, a atuação tende a ter caráter pedagógico e preventivo, sem impedir a adoção de medidas administrativas nos casos considerados aplicáveis.
O MTE afirma ainda que, após esse período inicial, empresas que permanecerem em situação de descumprimento poderão ser autuadas, conforme o caso concreto e os critérios previstos na legislação trabalhista.
O órgão reforça que o prazo de 90 dias não representa uma suspensão da obrigatoriedade da norma, mas sim uma fase inicial de orientação fiscal voltada à implementação e ao aperfeiçoamento das medidas de conformidade pelas organizações.

Especialistas consideram a medida urgente. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), mais de 840 mil pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde ligados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, assédio e insegurança no emprego.
No ano passado, o g1 revelou com exclusividade, com base em dados do Ministério da Previdência Social, que o Brasil já vivia uma crise de saúde mental, com o maior número de afastamentos por transtornos mentais em 10 anos, registrado em 2024.
Em 2025, o cenário não só se repetiu como se agravou: mais de meio milhão de afastamentos foram concedidos por transtornos mentais, estabelecendo um novo recorde.

Fonte: G1

Atos extremos expõem falhas na regulação emocional...

Especialista analisa como humilhação, ressentimento e sensação de perda de controle podem compor o roteiro psíquico que antecede explosões de …

Especialista analisa como humilhação, ressentimento e sensação de perda de controle podem compor o roteiro psíquico que antecede explosões de violência

O Brasil registrou 47.508 mortes violentas intencionais em 2023, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Parte desses casos envolve crimes cometidos no contexto de conflitos afetivos e familiares, nos quais o agressor tira a própria vida após o ataque.

Elainne Ourives, psicanalista e especialista em saúde mental, constata que episódios desse tipo não surgem de forma repentina. “O ato extremo não nasce do nada. Ele é o fim de um roteiro interno que começa muito antes, quando a pessoa perde a capacidade de regular a própria emoção”, afirma.

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que o país contabilizou 1.463 feminicídios em 2023, muitos deles motivados por ciúme, sentimento de posse e inconformismo com o término da relação. A literatura clínica aponta que esses fatores estão associados à dificuldade de lidar com frustração e rejeição.

Segundo a especialista, quando o vínculo afetivo deixa de ser relação entre dois sujeitos e passa a ser vivido como identidade, a perda não é elaborada como tristeza. “Ela vira humilhação. E a humilhação é uma emoção explosiva, porque acende vergonha e impotência. Muita gente não sustenta a vergonha nem por minutos e troca esse afeto por ódio, que anestesia e devolve uma falsa sensação de poder”, explica.

A Organização Mundial da Saúde estima que o Brasil tenha cerca de 18,6 milhões de pessoas com transtornos de ansiedade (saúde mental), o maior número das Américas. O Ministério da Saúde também registra crescimento nas notificações de violência autoprovocada e ideação suicida nos últimos anos.

Para Elainne, embora transtornos mentais não explicam sozinhos comportamentos violentos, a ausência de regulação emocional é um fator de risco. “Quando falta freio interno, a pessoa deixa de simbolizar a dor. Ela não transforma o afeto em palavra, limite ou afastamento. Ela atua no pico do gatilho, e é no pico do gatilho que a mente fica cega”, diz.

Estudos publicados pela Associação Americana de Psicologia mostram que traços de personalidade marcados por narcisismo vulnerável e baixa tolerância à frustração estão associados a reações intensas diante de rejeição. No Brasil, levantamento da Universidade Federal do Rio Grande do Sul sobre violência conjugal já indicou que sentimentos de posse e controle aparecem com frequência nos relatos de agressores. Para a especialista, o perfil recorrente nesses episódios é o de alguém que vive o vínculo como propriedade. “Ele não colapsa por amor, mas por controle. Quando perde, não entra em luto, entra em humilhação. E a humilhação vira ódio para anestesiar a vergonha”, afirma.

Segundo ela, o ressentimento passa a operar como repetição mental da cena com desejo de punição. Nesse estágio, a pessoa deixa de buscar entendimento e passa a buscar sentença. “O controlador tenta recuperar poder com vigilância, tribunal mental, pensamento de tudo ou nada e fantasia de fazer o outro sentir a mesma dor. Ele não aceita o outro como sujeito. Precisa vencer para não desabar”, diz.

A especialista defende que alta frequência emocional não se refere à negação da dor, mas à capacidade de atravessá-la sem destruir. “Alta frequência é freio interno. É sentir raiva, ciúme, tristeza e ainda assim não ultrapassar a linha. É retirar do gatilho, pedir ajuda, proteger inocentes e reconstruir a própria identidade depois da perda”, afirma.

O Atlas da Violência 2024 reforça que políticas públicas de prevenção precisam integrar segurança e saúde mental, ampliando acesso a atendimento psicológico e campanhas de conscientização sobre violência doméstica. Para a psicanalista, reconhecer sinais de risco é parte desse processo. “Se a pessoa percebe em si posse excessiva, vigilância constante, necessidade de controlar e impulso de punir, isso não é força. É um alerta emocional. O verdadeiro forte não é quem controla o outro, é quem se controla quando dói”, conclui.

Fonte: Varejo SA

27 de maio de 2026
Especialista dá dicas de como transformar redes...

Conteúdo, recomendação, pagamento e recompra passam a acontecer dentro das plataformas, mudando a lógica de crescimento de marcas digitais em …

Conteúdo, recomendação, pagamento e recompra passam a acontecer dentro das plataformas, mudando a lógica de crescimento de marcas digitais em 2026

As redes sociais atravessaram um ponto de ruptura no varejo digital. Em 2026, plataformas que antes funcionavam apenas como canais de divulgação passaram a concentrar toda a jornada de consumo, da descoberta à conversão. Segundo o DataReportal 2026, o Brasil reúne cerca de 150 milhões de usuários ativos em redes sociais, um contingente que já consome informação, entretenimento e, cada vez mais, produtos sem sair dessas plataformas.

Esse movimento explica por que o social commerce cresce em ritmo superior ao do e-commerce tradicional. Estudo da Accenture aponta que compras mediadas por redes sociais avançam até três vezes mais rápido do que lojas virtuais convencionais, impulsionadas pela integração entre conteúdo, influência e pagamento direto. A redução de etapas na jornada tem impacto direto na taxa de conversão.

Para a empresária Sabrina Nunes, fundadora da Francisca Joias, e especialista em vendas na internet, o erro mais comum das marcas é continuar tratando redes sociais como vitrines. “As plataformas deixaram de ser apoio de marketing. Elas viraram o próprio ambiente de consumo. Quem ainda usa rede social só para aparecer está desperdiçando potencial de venda”, afirma.

A mudança é visível em plataformas como TikTok, Instagram e WhatsApp, que concentram vídeo, busca, recomendação social e compras no mesmo fluxo. No TikTok, por exemplo, o conteúdo não tem vida curta: vídeos continuam sendo distribuídos ao longo do tempo, funcionando como mecanismo de descoberta e venda contínua. “O algoritmo prioriza quem consegue entregar, atender e sustentar demanda. Não é só sobre viralizar”, diz Sabrina.

O impacto vai além da comunicação. A lógica de distribuição passou a considerar fatores operacionais, como disponibilidade de produto, logística e experiência do cliente. Plataformas tendem a favorecer marcas que oferecem previsibilidade de entrega e capacidade de escalar. “A rede social virou infraestrutura. Se a operação falha, o alcance cai”, afirma a empresária.

Outro vetor central é a mudança no comportamento do consumidor. Levantamento da NielsenIQ mostra que mais de 70% das decisões de compra no social commerce são influenciadas por vídeos de recomendação e creators, percentual superior ao de anúncios tradicionais. A confiança deixa de estar apenas na marca e passa a ser compartilhada com comunidades, afiliados e produtores de conteúdo.

Nesse contexto, a construção de comunidade se consolida como ativo estratégico. Marcas que criam narrativas, causas e experiências tendem a gerar maior recorrência e ticket médio. “As pessoas compram pertencimento, não só produto. Quando isso acontece dentro da rede social, a recompra se torna natural”, afirma Sabrina.

A integração entre físico e digital também ganha relevância. Lojas, eventos e experiências presenciais passam a alimentar o conteúdo on-line, enquanto as redes sustentam escala e conversão. “O físico virou mídia. Ele gera história, prova social e conteúdo que circula no digital”, diz.

Para 2026, a avaliação é que redes sociais deixam definitivamente de ser meio e passam a ser o próprio ambiente onde o consumo acontece. “Quem entende isso constrói vantagem competitiva. Quem insiste em tratar rede como vitrine vai competir com custo maior e menos controle”, afirma a empresária.

Cinco caminhos para transformar redes sociais em ambientes de consumo

  • Integrar conteúdo, descoberta e compra no mesmo fluxo

Eliminar etapas externas aumenta a conversão. Quanto menos cliques entre interesse e pagamento, maior a eficiência da venda.

  • Construir confiança por meio de comunidade e recomendação

Creators, afiliados e clientes reais funcionam como extensões da marca. A prova social passa a ser o principal gatilho de decisão.

  • Operar com previsibilidade de oferta e entrega

Algoritmos priorizam marcas que sustentam demanda. Estoque, logística e atendimento influenciam diretamente no alcance e distribuição.

  • Usar dados e automação para estimular recompra

CRM, WhatsApp e inteligência artificial permitem ativar a base existente, aumentando ticket médio e recorrência sem depender apenas de mídia paga.

  • Tratar a rede como infraestrutura de negócio

Lives, afiliados, pagamento, atendimento e tráfego coexistem no mesmo ecossistema. “Quem trata rede social como infraestrutura constrói margem e previsibilidade”, afirma Sabrina.

Fonte: Varejo S.A

26 de maio de 2026
CDL Recife reforça apoio às lojas atingidas...

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife) lamenta o ocorrido e vem articulando, desde o final de semana, junto aos …

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife) lamenta o ocorrido e vem articulando, desde o final de semana, junto aos órgãos competentes, ações para garantir celeridade no atendimento aos lojistas impactados pelo incêndio que ocorreu na rua de Santa Rita, no Centro do Recife.

Assim que tomou conhecimento da ocorrência, no sábado (23), a CDL Recife acionou imediatamente os órgãos responsáveis para amenizar os impactos, garantir a segurança de todos e viabilizar o funcionamento regular do comércio varejista. A Neoenergia foi contatada para restabelecer o fornecimento de energia elétrica. A entidade também acionou a Prefeitura do Recife, por meio do Recentro, além da Defesa Civil, para avaliar a liberação segura das áreas do entorno e o funcionamento das demais lojas próximas.

A Polícia Militar de Pernambuco também foi acionada para disponibilizar efetivo com o objetivo de evitar saques e arrombamentos nas lojas vizinhas.

Além dessa articulação emergencial, já existe uma comissão formada pela CDL Recife, envolvendo diversos órgãos, como Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Neoenergia, Crea, Polícia Militar de Pernambuco, Prefeitura do Recife, por meio do Recentro e do Controle Urbano, e Guarda Municipal, com o objetivo de promover ações preventivas integradas para o Centro da cidade. Esse grupo foi constituído no ano passado, após outro incêndio ocorrido na região central.

A entidade lamenta colocar-se à disposição para auxiliar nas articulações e medidas necessárias neste momento, reforçando seu compromisso de atuar junto aos órgãos públicos e atores privados na busca por soluções preventivas e estruturais que minimizem ocorrências de sinistros no Centro do Recife.

19 de maio de 2026
Com convocação definida, varejo esportivo entra...

Vestuário está entre os itens mais desejados Com a convocação da Seleção Brasileira definida, a Copa do Mundo 2026 deixa …

Vestuário está entre os itens mais desejados

Com a convocação da Seleção Brasileira definida, a Copa do Mundo 2026 deixa de ser apenas uma expectativa no calendário esportivo e começa a ganhar força no comércio. A lista final coloca nomes, rostos e números de camisa no centro da conversa, o que tende a aquecer a procura por camisas, uniformes, acessórios, bandeiras e produtos temáticos.

Para o varejo esportivo, o período abre uma janela estratégica para reforçar estoques, montar vitrines, lançar campanhas e se preparar para a demanda nas semanas que antecedem a estreia do Brasil.

De acordo com a pesquisa “Intenção de compras para Copa do Mundo 2026”, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo SPC Brasil, em parceria com a Offerwise Pesquisas, 60% dos consumidores pretendem comprar produtos ou contratar serviços para o período da Copa do Mundo. A estimativa é de que cerca de 99,2 milhões de brasileiros movimentem o comércio durante o torneio.

Entre os produtos mais citados pelos entrevistados, o vestuário aparece com destaque. Roupas, camisetas e uniformes específicos da Seleção Brasileira ou da Copa do Mundo estão nos planos de 61% dos consumidores que pretendem comprar no período. O índice coloca a categoria praticamente no mesmo patamar de itens tradicionalmente associados aos jogos, como petiscos, citados por 62%, itens para churrasco, com 60%, e cervejas, com 59%.

Convocação acelera a jornada de compra

A convocação da Seleção Brasileira não impacta apenas o noticiário esportivo. Ela também pode antecipar decisões de compra. Camisas com nomes de jogadores, peças nas cores do Brasil, acessórios para torcer, bonés, bandeiras e itens de decoração costumam ganhar força justamente quando o consumidor começa a se reconhecer nos atletas que estarão em campo.

Esse movimento é importante porque parte do público não pretende deixar tudo para a última hora. Segundo a pesquisa, 44% dos consumidores afirmam que costumam antecipar as compras em até uma semana, seja para aproveitar promoções, evitar filas ou garantir os produtos desejados antes dos jogos.

Para o varejo esportivo, essa antecipação abre uma janela importante. Lojas físicas, e-commerces, marketplaces, lojas de departamento e comércios de rua podem se beneficiar de ações planejadas antes da estreia do Brasil, e não apenas nos dias de jogo.

O ticket médio estimado para os gastos extras durante a Copa do Mundo 2026 é de R$ 619, valor que sobe para R$ 784 entre consumidores das classes A e B. Esse orçamento inclui produtos e serviços comprados exclusivamente para o período da competição, o que reforça o potencial comercial do evento para diferentes segmentos.

Produtos oficiais, réplicas e patrocinadores entram na disputa

A pesquisa também mostra que a Copa do Mundo deve abrir uma disputa relevante entre produtos oficiais, réplicas, marcas licenciadas e patrocinadores. Entre os consumidores que pretendem realizar compras para o torneio, 74% afirmam que darão preferência a marcas patrocinadoras da Seleção Brasileira.

O preço, no entanto, continua sendo determinante. Para 53%, a preferência por patrocinadores depende de valores acessíveis. Outros 21% dizem que pretendem priorizar essas marcas independentemente do preço.

No caso dos produtos da Seleção Brasileira, 47% dos consumidores pretendem comprar itens oficiais, motivados principalmente pela percepção de qualidade e durabilidade, citada por 57%. Por outro lado, o custo ainda aparece como barreira: 35% apontam o preço elevado como principal entrave para adquirir produtos originais.

Apenas 6% assumem que pretendem comprar falsificados, mas outros dados indicam uma zona de atenção para o mercado licenciado. Entre os consumidores, 17% acreditam que a qualidade dos produtos falsificados é equivalente à dos originais, enquanto 19% dizem não se importar com a procedência ou originalidade no momento da compra.

Para o varejo, a convocação pode despertar o desejo, mas preço, disponibilidade, conveniência e percepção de valor serão decisivos para transformar torcida em venda. Com a lista final da Seleção Brasileira, o varejo esportivo tem a chance de sair na frente. Mais do que esperar o primeiro jogo, o momento é de transformar a expectativa pela Copa do Mundo em vitrine, campanha e oportunidade de consumo.

Fonte: Varejo S.A

18 de maio de 2026
Tempestades acendem alerta para proteção de...

O aumento de episódios de chuvas intensas, enchentes e alagamentos em diferentes regiões do Brasil tem ampliado a preocupação de …

O aumento de episódios de chuvas intensas, enchentes e alagamentos em diferentes regiões do Brasil tem ampliado a preocupação de famílias e empresários com a proteção patrimonial. Em estados como Pernambuco e Rio Grande do Sul, eventos climáticos recentes reforçaram a necessidade de planejamento financeiro e contratação de seguros adequados para enfrentar prejuízos causados por desastres naturais.

Além dos danos materiais, as consequências afetam diretamente a rotina da população e a atividade econômica. Em Pernambuco, por exemplo, o comércio local registrou queda no movimento durante os períodos de fortes chuvas. Segundo Alan Vasconcellos, gestor da Unidade Pernambuco da Lojacorr Seguros, alguns segmentos tiveram redução expressiva nas vendas.

“No comércio local, entidades como a Fecomércio-PE e a CDL Recife relataram quedas de até 40% nas vendas em alguns segmentos durante os dias de chuva forte em Recife, especialmente em comércios de rua, papelarias, lojas de moda e de artigos esportivos”, afirma. Segundo Vasconcellos, os impactos vão além das perdas financeiras imediatas. “Para moradores, os danos vão além do patrimônio material. Houve casos de deslizamentos, desabamentos e necessidade de evacuação de imóveis em áreas de risco”, explica.

Nesse cenário, o Seguro Residencial e o Seguro Empresarial aparecem como ferramentas de apoio para recuperação financeira. Dependendo das coberturas contratadas, as apólices podem incluir reposição de móveis e eletrodomésticos, reparos estruturais, indenização por perda de estoque, danos elétricos, assistência emergencial e compensação por interrupção das atividades comerciais.

A percepção de risco também mudou nos últimos anos. De acordo com Vasconcellos, a frequência das chuvas intensas e o impacto financeiro das perdas fizeram com que o seguro deixasse de ser visto apenas como um custo. “Seguros empresariais com cobertura para lucros cessantes, danos elétricos e alagamentos passaram a ser vistos menos como ‘custo’ e mais como ferramenta de sobrevivência financeira”, destaca.

Entre as famílias, a procura por proteção também aumentou. Hoje, além de coberturas tradicionais, consumidores buscam proteção contra enchentes, vendavais, queda de árvores, danos elétricos e serviços de assistência emergencial 24h.

Eventos climáticos despertaram mudança no comportamento do consumidor

Andrea destaca ainda que muitas pessoas passaram a prestar mais atenção às coberturas contratadas e ao nível de proteção oferecido pelas apólices. “Observamos mudança no comportamento do consumidor, com aumento na busca por seguros após a enchente e maior interesse no entendimento das coberturas”, diz.

Especialistas do setor reforçam que, diante do aumento dos eventos climáticos extremos, avaliar riscos e buscar orientação especializada deixou de ser apenas uma medida preventiva e passou a fazer parte do planejamento financeiro de famílias e empresas.

Entre as coberturas consideradas importantes estão proteção contra alagamentos e inundações, vendavais, granizo, desmoronamentos, danos elétricos, perda de aluguel, despesas extras de moradia, responsabilidade civil e assistência emergencial 24h. Para veículos, a recomendação é verificar se a apólice inclui cobertura compreensiva e assistência completa.

A avaliação do perfil de risco e das necessidades específicas de cada cliente é um dos fatores que ajudam a garantir uma proteção mais adequada diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas.

Fonte: Seguro Catarinense

11 de maio de 2026
Investir sem crescer? Empresários ampliam estoque...

Mesmo com investimentos, a lógica predominante é defensiva, voltada à manutenção da operação, e não à expansão À primeira vista, …

Mesmo com investimentos, a lógica predominante é defensiva, voltada à manutenção da operação, e não à expansão

À primeira vista, os números sugerem fôlego. Mais da metade dos empresários brasileiros realizou investimentos nos últimos meses, indicando esforço para manter a competitividade. Mas uma leitura mais atenta revela um paradoxo: há investimento, mas não há euforia. O capital está sendo direcionado para sustentar a operação, não para crescer.

É o que mostra a pesquisa “Gestão e confiança do empresário”, realizada pela CNDL e pelo SPC Brasil, em parceria com a Offerwise Pesquisas. Segundo o levantamento, 68% dos empresários investiram nos últimos seis meses, porém o perfil desses aportes aponta para uma estratégia de cautela.

Investimentos com pé no freio

Entre as empresas que investiram, os principais destinos do capital foram ampliação de estoque (20%), compra de equipamentos (16%), propaganda digital (15%), implantação de vendas ou serviços online (15%) e reformas do espaço físico (15%). São movimentos importantes, mas majoritariamente voltados à eficiência operacional e à preservação do negócio, e não à abertura de novas frentes de crescimento.

Em vez de expandir unidades, contratar em massa ou assumir riscos maiores, o empresário tem preferido reforçar o que já existe, garantindo abastecimento, melhorando processos e ajustando a estrutura para atravessar um período de incerteza.

O comportamento cauteloso está diretamente ligado ao contexto econômico. Para 50% dos empresários, a economia brasileira piorou nos últimos seis meses. A percepção negativa do cenário externo, somada a entraves estruturais como carga tributária elevada, custos trabalhistas e dificuldade de acesso ao crédito, limita a disposição para investir de forma mais agressiva.

Não por acaso, 61% afirmam que não pretendem contratar crédito nos próximos 90 dias, o que reduz ainda mais a capacidade de financiar planos de expansão. Sem crédito e com margens pressionadas, crescer passa a ser uma decisão de alto risco.

Resultados mistos reforçam prudência

O primeiro semestre de 2025 foi marcado por contrastes. 51% das empresas registraram aumento de vendas ou faturamento, mas esse avanço não se traduziu em conforto financeiro generalizado. 45% realizaram cortes no orçamento, 25% enfrentaram meses consecutivos no vermelho e 19% lidaram com dívidas em atraso.

Esse cenário explica por que o investimento acontece, mas com escopo limitado. O empresário reage, ajusta, reforça a operação, mas evita comprometer o caixa com apostas de longo prazo.

Outro dado que reforça a lógica defensiva é o impacto sobre o emprego. 17% dos empresários realizaram demissões nos últimos três meses, indicando que, mesmo investindo, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para sustentar a estrutura atual.

A prioridade, portanto, é manter o negócio funcionando, atender os clientes e proteger a operação de choques externos. Crescer ficou condicionado a um ambiente mais previsível.

Resiliência sem exuberância

Os dados mostram um empresariado resiliente, mas realista. Há disposição para investir, sim, mas dentro de limites claros. O capital é aplicado com foco em sobrevivência qualificada, não em expansão acelerada.

O resultado é um crescimento contido, sustentado por ajustes internos e eficiência operacional. Em 2025, para grande parte das empresas brasileiras, investir não significa crescer, significa resistir.

Fonte: Varejo S.A

4 de maio de 2026
Desenrola 2.0: CNDL defende soluções estruturais...

O Brasil atingiu em março de 2026 a maior marca de inadimplência de sua história O Brasil atingiu em março …

O Brasil atingiu em março de 2026 a maior marca de inadimplência de sua história

O Brasil atingiu em março de 2026 a maior marca de inadimplência de sua história: 74,31 milhões de brasileiros estão com contas em atraso, de acordo com o indicador de inadimplência do SPC Brasil e da CNDL. Este contingente representa 44,42% da população adulta, um cenário que trava o consumo, asfixia o varejo e compromete o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Diante desse quadro, a CNDL avalia o lançamento do Desenrola 2.0 sob as seguintes premissas:

1. A gravidade do cenário e a Reincidência

Os números recentes mostram um fenômeno preocupante: a reincidência. Dados do SPC Brasil indicam que mais de 85% dos novos negativados em março já haviam passado pelo cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Isso demonstra que o problema gira em torno da incapacidade de manutenção da saúde financeira a longo prazo.O fenômeno d

a reincidência evidencia que o brasileiro vive hoje em um equilíbrio financeiro extremamente frágil, onde qualquer imprevisto se torna catastrófico. Com o orçamento doméstico severamente apertado pela inflação de itens básicos, as famílias operam no limite de sua capacidade de pagamento.

Mesmo quando o consumidor consegue limpar seu nome por meio de programas de renegociação, a falta de uma margem de segurança financeira faz com que ele não consiga honrar os novos acordos simultaneamente às contas fixas mensais. Sem uma reforma estrutural que amplie a renda real e promova uma educação financeira profunda, o cidadão acaba preso em um “efeito porta giratória”, onde a quitação de uma dívida antiga é rapidamente substituída por um novo atraso, perpetuando o ciclo da inadimplência.

2. O risco do uso do FGTS e a necessidade de ajuste fiscal

O governo sinaliza o uso do FGTS como garantia ou meio de pagamento no Desenrola 2.0. A CNDL vê essa medida com extrema cautela. O fundo é a única garantia real do trabalhador em caso de demissão. Comprometer esse patrimônio para quitar dívidas de consumo — sem uma mudança estrutural no comportamento financeiro — pode deixar o cidadão vulnerável em momentos de desemprego, trocando um problema imediato por uma insegurança futura grave.

A estratégia de trocar dívidas caras (como cartão de crédito e cheque especial) por linhas de crédito com juros menores é um passo importante. Contudo, o sistema econômico atual sofre com um problema estrutural. Enquanto o governo continuar gastando mais do que arrecada, a pressão sobre a inflação e as taxas de juros permanecerá alta, anulando os benefícios de renegociações pontuais.

3. Novos hábitos de consumo e pressão digital

Além dos fatores macroeconômicos, o comportamento do consumidor brasileiro tem sido moldado por novas e perigosas pressões que aprofundam o abismo do endividamento. O avanço descontrolado das apostas esportivas e cassinos online (bets) tem drenado fatias consideráveis do orçamento familiar, transformando o que deveria ser lazer em um ralo financeiro que compromete o pagamento de contas essenciais.

Somado a isso, o patamar elevado dos preços de bens de consumo básico força o cidadão a escolhas drásticas, enquanto a pressão estética e social das redes sociais estimula um padrão de consumo aspiracional e imediato. O bombardeio constante de influenciadores e anúncios personalizados cria uma necessidade ilusória de pertencimento, levando o indivíduo a priorizar gastos supérfluos para manter uma aparência digital, em detrimento da estabilidade financeira real. Esse novo hábito de consumo, movido pelo imediatismo e pelas apostas, é um dos pilares mais difíceis de combater, pois atua diretamente no gatilho emocional do consumidor.

Para a CNDL, qualquer programa de renegociação será apenas um “alívio momentâneo” se não for acompanhado de um ajuste fiscal rigoroso. Sem equilíbrio nas contas públicas, a confiança do mercado não se estabelece, os juros não caem de forma sustentável e o poder de compra da população continua corroído. Além disso, é fundamental projetos de educação financeira robusta, onde o brasileiro consiga gerir seu orçamento para evitar que ele retorne ao cadastro de inadimplentes em poucos meses.

A CNDL reconhece a importância de o Governo Federal priorizar o endividamento das famílias, mas alerta que o país não pode viver de “pacotes de bondades” eleitorais ou sazonais. O Desenrola 2.0 corre o risco de ser uma medida de efeito imediato que não resolve o problema a longo prazo. O Brasil precisa de um ambiente econômico estável, menos burocrático e focado na responsabilidade fiscal para que o cidadão volte a ter dignidade financeira.

30 de abril de 2026
Horário de funcionamento do comércio no feriado...

Comércio do Centro será facultativo e shoppings abrirão com horário especial nesta sexta (1) O comércio do Centro do Recife …

Comércio do Centro será facultativo e shoppings abrirão com horário especial nesta sexta (1)

O comércio do Centro do Recife será facultativo sexta-feira, no feriado do Dia do Trabalhador (1° de maio), segundo a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Recife) e o Sindicato dos Lojistas do Comércio de Bens e Serviços (Sindilojas Recife). A decisão foi acordada em conjunto com o Sindicato dos Trabalhadores. Já os shoppings centers da Região Metropolitana funcionarão em horário especial.

#Confira o horário de funcionamento do comércio do centro do Recife e de shopping centers da Região Metropolitana no feriado do Trabalhador:

Centro do Recife e bairros: – facultativo

Shopping Recife – das 12h às 21h;
RioMar Recife – das 12h às 21h;
Shopping Boa Vista – das 10h às 19h;
Shopping Tacaruna – das 12h às 21h;
Plaza Shopping – das 12h às 21h;
Shopping ETC – das 12h às 18h;
Shopping de Afogados – das 9h às 18h.

*Olinda
Shopping Patteo Olinda – das 12h às 21h.

*Paulista
Paulista North Way Shopping – das 12h às 21h.

*Camaragibe
Camará Shopping – das 12h às 21h.

*Jaboatão dos Guararapes
Shopping Guararapes – das12h às 21h.

*Cabo de Santo Agostinho
Shopping Costa Dourada – das 12h às 20h.

*Igarassu
Shopping Igarassu – das 12h às 20h.

*Moreno
Recife Outlet – das 9h às 21h.

Fontes: CDL Recife e Sindilojas Recife

CDL Recife recebe título de Patrimônio Imaterial...

A CDL Recife celebra um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória ao conquistar o título de patrimônio imaterial histórico …

A CDL Recife celebra um dos momentos mais emblemáticos de sua trajetória ao conquistar o título de patrimônio imaterial histórico e cultural do Recife

A iniciativa, proposta pelo vereador Gilberto Alves (PRD), chancela uma caminhada construída ao longo de 65 anos, marcada pelo compromisso com o comércio, com a economia e com o desenvolvimento da cidade.

Fundada em 4 de junho de 1960, no bairro de Santo Antônio, a CDL Recife surgiu com a missão de fortalecer o setor lojista e garantir representatividade aos empresários. Desde então, tornou-se uma das principais entidades do país, estimulando o empreendedorismo, modernizando relações comerciais e atuando de forma estratégica na construção de um ambiente de negócios mais dinâmico e competitivo.

Ao longo dessa jornada, importantes lideranças contribuíram para consolidar a força da instituição, como os ex-presidentes Eduardo Catão, Fernando Catão, Silvio Vasconcelos e Cid Lobo, que deixaram legados fundamentais para o crescimento da entidade.

A CDL Recife também se destaca por iniciativas que impactam diretamente a economia local. A implantação do SPC Brasil em Pernambuco é um exemplo dessa atuação, oferecendo mais segurança nas relações comerciais e fortalecendo o mercado.

Atualmente, a entidade segue inovando e liderando projetos que valorizam o Centro do Recife e impulsionam o comércio. Programas como o Recentro evidenciam a força da articulação institucional, e a CDL Recife registra agradecimento à Ana Paula Vilaça pelo apoio e parceria contínua no avanço dessa pauta estratégica.

Outro ponto de destaque é a nova diretoria, eleita em 2025 durante as comemorações dos 65 anos da instituição, já considerada a mais diversa de sua história. Com maior participação feminina e uma gestão mais plural, a CDL Recife reforça seu compromisso com a inclusão e com uma atuação alinhada às transformações da sociedade.

Essa trajetória é construída diariamente por muitas mãos. Dirigentes, colaboradores, parceiros, lojistas, pastores e toda a sociedade fazem parte dessa história que movimenta o comércio e gera impacto real na cidade.

O título de patrimônio imaterial não apenas valoriza o passado, mas também projeta o futuro. Ele fortalece o papel da CDL Recife como uma instituição essencial para o desenvolvimento econômico da capital pernambucana.

A CDL Recife segue em movimento, conectando oportunidades, fortalecendo negócios e contribuindo para um Recife mais forte, inovador e inclusivo.

28 de abril de 2026
Nome sujo e limite estourado: por que 62% recorrem...

Restrição no acesso ao crédito formal é principal fator por trás do uso do nome de familiares e amigos em …

Restrição no acesso ao crédito formal é principal fator por trás do uso do nome de familiares e amigos em compras e financiamentos

Para a maioria dos brasileiros que recorrem ao nome de terceiros para conseguir crédito, a prática não é uma escolha estratégica — é uma necessidade diante da dificuldade de acesso ao sistema financeiro formal. Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, em parceria com a Offerwise Pesquisas, mostra que 62% dos consumidores que utilizaram o nome de outra pessoa para acessar crédito nos últimos 12 meses enfrentavam algum tipo de restrição para contratar no próprio CPF.

O dado reforça que o crédito de terceiros vem funcionando, para parte da população, como alternativa informal diante das barreiras impostas pelo mercado tradicional.

Negativação e limite comprometido lideram entre os entraves

Entre os principais motivos apontados para recorrer ao nome de outra pessoa estão a negativação do CPF e o esgotamento do limite de crédito disponível.

Segundo o levantamento, 23% afirmam ter utilizado o nome de terceiros porque estavam com o nome sujo, enquanto 20% disseram já ter comprometido todo o limite de crédito disponível no próprio CPF.

Esses indicadores mostram que o fenômeno está diretamente ligado ao aperto financeiro e à dificuldade de parte dos consumidores em manter capacidade de compra dentro das regras do sistema formal.

Além das restrições tradicionais, uma parcela dos entrevistados afirmou nunca sequer ter tentado contratar crédito em nome próprio, o que sugere a existência de consumidores já habituados a depender de terceiros para esse tipo de operação.

Na prática, o dado mostra que, para muitos brasileiros, o acesso ao consumo financiado já nasce condicionado à existência de uma rede de apoio disposta a assumir esse papel.

Isso cria uma dinâmica paralela em que o poder de compra do consumidor deixa de depender apenas de sua saúde financeira individual e passa a estar atrelado à disponibilidade de crédito dentro do seu círculo social.

O que esse cenário revela para o varejo

Para o varejo, o avanço desse comportamento reforça que parte do consumo atual está sendo sustentada por mecanismos informais de financiamento — e não necessariamente por melhora na capacidade financeira do consumidor.

Mais do que um dado sobre comportamento de compra, o uso crescente de CPF de terceiros evidencia a dificuldade de uma parcela relevante da população em acessar crédito dentro dos parâmetros tradicionais do mercado.

23 de abril de 2026
Pesquisa revela perfil de consumidor do Centro...

O levantamento feito pela CDL Recife e UniFafire aponta novas tendências de consumo no Centro do Recife. O estudo ouviu …

O levantamento feito pela CDL Recife e UniFafire aponta novas tendências de consumo no Centro do Recife. O estudo ouviu 536 consumidores da Região Metropolitana do Recife (RMR), entre os dias 23 e 27 de março

Um levantamento feito pelo Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFafire), em colaboração com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Recife), revelou o favoritismo pelo consumo no Centro da capital pernambucana por parte da população do Recife expandido, que busca preço baixo e variedade. A pesquisa foi realizada com 536 pessoas, entre os dias 23 e 27 de março.

“Dados são uma das ferramentas mais estratégicas para o nosso sistema. Essa amostragem do comportamento dos consumidores da região central do Recife é um instrumento que nos direciona sobre o ambiente de negócios e as necessidades desses clientes, que vão além do produto consumido. Esses dados são fundamentais para a busca por melhorias no Centro do Recife, reforçando o protagonismo econômico da área”, afirma Fred Leal, presidente da CDL Recife.

Polo com variedade para economizar
A pesquisa posiciona o Centro como o principal polo de compras, com diversas opções para quem busca economizar. Segundo o representante do varejo recifense, há ruas que concentram várias lojas do mesmo segmento, como festas, gestação e maternidade, eletroeletrônicos, entre outros. Também existem itens de determinados segmentos que praticamente só são encontrados no Centro.

Fred Leal ainda destaca que, “além da vantagem competitiva de poder experimentar o produto na hora e ainda economizar, o consumidor do Centro também pode comprar online e retirar na loja. Parcelamentos mais acessíveis, com juros mais baixos, são alguns dos atrativos diferenciais aos clientes”.

De acordo com último censo lojista, realizado em 2022, pela CDL Recife, são mais de 1,5 mil lojas, nos diversos segmentos, e que geram inúmeros empregos na cidade. Entre eles, o de vestuário, calçados, bijuterias, cosméticos e beleza, móveis e decoração, aviamentos, artigos para festa e eventos, itens para alimentação, embalagens, eletrônicos e eletroportáteis, construção e brinquedos. A iniciativa conta com parceria do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Bens e Serviços do Recife (Sindilojas), Prefeitura do Recife, por meio do Recentro, e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Políticas públicas que podem potencializar o comércio do Centro
Entre os desafios apontados pelos entrevistados, que impactam na experiência de compra no Centro, estão a percepção de segurança e a mobilidade. “O acesso ao Centro do Recife, muitas vezes, é um desafio para o consumidor. Há o fator distância, especialmente para quem vem de regiões descentralizadas ou outros municípios, e depende do transporte público. Outros fatores também estão no nosso radar, como limpeza urbana, iluminação e segurança”, destacou Fred Leal, presidente da CDL Recife.

A pesquisa
Segundo o coordenador da pesquisa, Eduardo da Costa Aguiar, especialista em Gestão Estratégica de Marketing e coordenador dos cursos da área de Negócios e Gestão do Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFafire), para realizar o estudo, foram ouvidas pessoas de diversas idades e em vários pontos da região central para se colher variedade de dados como amostra confiável. Com isso, a intenção do levantamento é saber quem vai ao Centro, qual a regularidade, de onde é, o que vai fazer lá, como chega e retorna. É saber também do público qual a percepção de valor, a escolha do local de compra e a experiência.

Para Aguiar, os resultados evidenciam padrões consistentes, como a percepção do Centro como um polo de preço acessível e grande variedade. Esse tipo de evidência ultrapassa opiniões isoladas e se consolida como base concreta para orientar decisões estratégicas. A identificação de fragilidades – como questões de segurança e conforto, e de oportunidades, como o fortalecimento da proposta de valor baseada em preço e variedade – fornece diretrizes claras para ações de curto, médio e longo prazo. Dessa forma, a avaliação deixa de ser apenas descritiva e passa a ser um instrumento de transformação.

“Nesse sentido, a parceria entre a Unifafire e a CDL no desenvolvimento de pesquisas representa um modelo virtuoso de cooperação. Ela demonstra que a produção de conhecimento, quando articulada com as demandas da sociedade, tem o poder de gerar impacto real, apoiar a tomada de decisão e contribuir para o fortalecimento econômico do Centro do Recife. Investir em pesquisa é, acima de tudo, investir em desenvolvimento, inovação e futuro”, ressalta o coordenador.

Melhorar a experiência de compra
O levantamento mostra ainda que o centro não compete com o shopping. Cada um tem seu formato e experiências de compras. Ou seja: não há uma disputa direta de canal, mas uma ocasião de consumo. “O futuro do Centro não é virar shopping. É melhorar a experiência de compra para o consumidor em todo o comércio”, ressaltou Fred Leal.